Bom, este post esta bastante atrasado, mas me lembraram hoje pelo twitter que eu não publiquei por aqui o material da minha palestra do FISL deste ano.
O título da palestra era:
Transformando os pepinos do cliente no código de testes da sua aplicação com OSS
Quase a mesma apresentação que fiz no Agile Brazil 2010, mesmo assunto, exemplos parecidos, mas melhorei um pouco a forma de apresentar, e em vez de tentar escrever código na hora eu utilizei videos para os exemplos ![]()
Quem quiser dar uma olhada nos slides, coloquei eles no SlideShare.
E os videos coloquei no Vimeo, o com exemplo Java aqui, e o com exemplo Rails aqui.
FISL 2010 – Rails Cucumber BDD Sample creation from Rodrigo Urubatan on Vimeo.
Rails + BDD sample created as a sample to my presentation at Forum Internacional de Software Livre 2010.
FISL 2010 – Java Cucumber BDD Sample creation from Rodrigo Urubatan on Vimeo.
Java + BDD sample created as a sample to my presentation at Forum Internacional de Software Livre 2010.
Bom, espero que seja útil, se tiverem dúvidas é só deixar um comentário …
PS.: não tenho o código comigo agora, assim que possível subo pro github e coloco o link para o código aqui
Tags: apresentação, bdd, cucumber, fisl, Java, palestra, rails
Bom, este post é mais minha opinião do que qualquer outra coisa, mas o que motivou a escrita dele foi este post no dzone: Will the real programmers please stand up? automated edition, onde o autor diz que apenas 1 em 20 entrevistados por ele conseguiam resolver de forma satisfatória testes simples como:
Escreva em C um método que inverta uma lista encadeada.
Claro que algumas restrições eram aplicadas, a assinatura do método não deveria ser alterada e a estrutura que armazenaria a lista encadeada também não deveria ser alterada. Elas eram apresentadas como o código abaixo:
1 2 3 4 5 6 | typedef struct nodetype { int value; struct nodetype *next; } node; node* reverselist(node*) |
Tentando automatizar um pouco o processo, ele tentou apresentar o código pronto com um bug, para que o bug fosse encontrado, mas o candidato sempre poderia escolher reescrever o código do zero se seguisse as regras acima.
Bom, olhei o código e achei que a recursividade utilizada estava só piorando o algoritmo, ele precisa de duas iterações para inverter a lista, então eu pensei, por que não escrever uma versão sem recursividade e que faça o processo todo em apenas uma iteração?
Bom, a minha resposta para o problema foi esta que esta abaixo:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 | static class LinkedItem { int value; LinkedItem next; public LinkedItem(int value) { super(); this.value = value; } } private static LinkedItem reverseLinkedList(LinkedItem currentHead) { LinkedItem nextHead = null, previousHead = null; while (currentHead != null) { nextHead = currentHead; currentHead = nextHead.next; nextHead.next = previousHead; previousHead = nextHead; } return nextHead; } |
Eu escrevi em java, mas não faz diferença pois para o algoritmo que escrevi a unica diferença seria a sintaxe.
Para testar isto escrevi um programa simples que inicializa uma lista encadeada com números de 1 a 10 e imprime a lista antes e depois desta ser invertida. O código esta abaixo, se alguem quiser fazer uma versão melhor deste algoritmo por favor poste a sua resposta nos comentários.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 | package test; public class Main { static class LinkedItem { int value; LinkedItem next; public LinkedItem(int value) { super(); this.value = value; } } private static LinkedItem reverseLinkedList(LinkedItem currentHead) { LinkedItem nextHead = null, previousHead = null; while (currentHead != null) { nextHead = currentHead; currentHead = nextHead.next; nextHead.next = previousHead; previousHead = nextHead; } return nextHead; } public static void main(String[] args) { LinkedItem head = initializeSampleList(); printLinkedList(head); head = reverseLinkedList(head); printLinkedList(head); } private static LinkedItem initializeSampleList() { LinkedItem it = new LinkedItem(1), head = it; for (int i = 2; i < 10; i++) { LinkedItem it2 = new LinkedItem(i); it.next = it2; it = it2; } return head; } private static void printLinkedList(LinkedItem it) { while (it != null) { System.out.printf("%d ", it.value); it = it.next; } System.out.println(); } } |
Eu achei espetacular a idéia deles de criar um site para automatizar este tipo de smoke test para entrevista de emprego de programadores, se o cara não consegue resolver isto deveria estudar um pouco mais antes de querer trabalhar com programação mesmo.
Mas se a idéia for testar a habilidade com algoritmos acredito que o candidato deveria poder escolher em que linguagem implementar, caso contrario, em alguns casos a habilidade com a linguagem estaria sendo testada, e acho que estas duas coisas deveriam ser testadas em separado.
E vocês o que acham sobre isto? Sobre este tipo de testes?
Já fizeram algum teste parecido com este em alguma entrevista de emprego?
E se você é o entrevistador, gostou da idéia deste tipo de teste? Acha util ou desnecessário?
Utiliza alguma técnica alternativa?
Olha o código produzido pelo candidato em projetos open source?
Bom, acho que por enquanto é isto
PS.: me decepcionei com a minha demora para implementar este algoritmo simples, levei uns 10 minutos, quando comecei a escrever achei que seria algo natural e funcionaria de primeira. Isto deve ter sido causado pela facilidade que temos hoje, como um Collections.reverse do java ou um [].reverse do ruby por exemplo. Raramente temos que lidar diretamente com este tipo de algoritmo básico, mas saber implementa-los é extremamente importante, pelo menos na minha opinião
Para quem não sabe, eu apresentei hoje mais cedo, no Agile Brazil 2010, a palestra “Transformando os pepinos do cliente no código de testes da aplicação com Cucumber”.
O conteúdo da palestra ficou muito bom na minha opinião, mas a forma como eu apresentei, eu, durante a palestra comecei a achar chato …
Bom, espero que quem assistiu a paletra tenha aproveitado, e vou melhorar a forma de apresentar isto para o FISL, mas como eu sempre faço, o material da paletra esta sendo disponibilizado por aqui!
Os slides eu coloquei no slideshare:
Os videos da execução do cucumber estão aqui para quem quiser pegar:
Aplicação ASP.NET MVC 2 e Aplicação Java
E para quem quiser pegar o código dos exemplos, os links estão aqui:
Aplicação ASP.NET, Aplicação Java e Aplicação Ruby on Rails
A idéia que eu queria passar era que o cucumber pode ser utilizado para testar diversos tipos de aplicação, e acho que isto ficou claro
Espero que este material seja útil, e quem quiser comentar, sugerir, criticar, xingar, …
Pode usar o campo de comentários aqui do blog para isto.
Tags: .net, 2010, agilebrazil, bdd, cucumber, Java, palestra, presentation, test
Estou de férias, e eu não ia escrever nada aqui no blog antes de voltar ao trabalho, mas isto merece o post ![]()
A chamada de trabalhos para o Agile Brazil 2010 esta aberta.
Se você tem algo interessante sobre Agile para falar, envie sua proposta de palestra, tutorial ou workshop por este link.
A Agile Brazil 2010 é um evento nacional organizado por representantes das principais comunidades ágeis brasileiras. Junte-se a nós submetendo trabalhos, participando do concurso do logo e divulgando o evento.
Acompanhe as novidades do @agilebrazil pelo Twitter.
O evento vai acontecer em Porto Alegre de 22 a 25 de Junho 2010.
Espero ver alguns de vocês por lá!
Tags: agile, bdd, cucumber, eventos, Java, palestras, rails, Ruby, tdd
A alguns dias atrás eu li este twitt do Martin Fowler: “you don’t want a build tool which automatically downloads unresolved dependencies before cleaning out yr build output: http://bit.ly/59Rl85“, li todo o post e ele fala de forma bastante prolixa de alguns dos motivos que me fazem não gostar do Maven.
Não me levem a mal, eu já tentei utilizar ele algumas vezes, mas eu não consigo gostar de uma ferramenta que acha que sabe mais do meu projeto do que eu mesmo (ou o cliente, ou os desenvolvedores, …).
Ou pior que isto, uma ferramenta que tem a infeliz mania de tentar fazer um backup da internet antes de cada build só para verificar se tem a última versão das dependências disponível …
Como é citado no post, não acho que alguma ferramenta vá saber exatamente o que é necessário para qualquer projeto, até por que cada projeto é um projeto, e cada projeto tem suas peculiaridades, e eu simplesmente desisti todas as vezes que precisei configurar alguma destas peculiaridades no maven e voltei para o ANT.
O ANT é uma ferramenta bastante flexível, e pelo que eu tenho visto no mercado, fora alguns teimosos que preferem usar o maven mesmo passando muito mais trabalho do que o necessário, o ANT é o “defacto standard” para builds em Java, mas algumas vezes a “linguagem de script” do ANT dificulta as coisas quando se precisa realmente de um script para fazer alguma coisa durante o build, então resolvi usar Ruby para escrever os builds, ou seja, utilizar uma linguagem de scripts de verdade.
Ai pensei, como é que vou fazer para compilar meu projeto java utilizando o Rake? A linguagem de script é muito fodastica, é Ruby, eu me sinto bem programando em Ruby, mas e como compilar?
Fui perguntar ao oraculo e descobri o BuildR e o Raven que fora o fato de não utilizarem XML e sim Ruby, conseguem repetir todos os erros do Maven, eles parecem “ports do Maven para o Rake” e eu não sei por que alguem iria fazer isto, se você gosta tanto assim do Maven, use ele mesmo …
Mas do Rake eu gosto, me acostumei com ele trabalhando com o Rails, é muito fácil de automatizar tarefas relacionadas a um projeto utilizando o Rake, e não apenas o “build”, mas algumas tarefas que as vezes precisam ser automatizadas, como um merge freqüente com algum sub projeto desenvolvido em outra parte do mundo …
Isto me criou apenas um problema, como compilar, empacotar, …
Ou seja, me faziam falta as tasks básicas do ANT que eu utilizo sempre. As outras tarefas são melhor executadas na minha opinião pelo próprio Rake ou até mesmo por um script em Ruby, mas estas tarefas básicas iriam fazer falta, e para resolver isto eu criei uma classe wrapper para os comandos do JDK, que pode ser estendida depois, não é algo 100% rake, mas eu achei que ficou legal assim, se alguem não concordar e tiver idéias para melhorar estou aceitando sugestões
O wraper para os comandos do JDK ficou assim:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 | class JavaUtil RAW_COMMANDS = %w{appletviewer apt extcheck idlj jar jarsigner java javac javadoc javah javap javaw javaws jconsole jdb jhat jinfo jmap jps jrunscript jstack jstat jstatd jvisualvm keytool kinit klist ktab native2ascii orbd pack200 packager policytool rmic rmid rmiregistry schemagen serialver servertool tnameserv unpack200 wsgen wsimport xjc} def initialize(jdk_home=nil) @commands = {} @jdk_home = jdk_home || ENV['java_home'] @default_for_command = {} @global_default = {} init_commands end def method_missing(met,*args) if RAW_COMMANDS.include? met.to_s execute_command met, *args else super.method_missing met, *args end end def respond_to?(met) RAW_COMMANDS.include?(met.to_s) || super.respond_to?(met) end def default_parameter(param,value) @global_default[param] = value end def default_parameter_for(met,param,value) params = @default_for_command[met] || {} params[param] = value @default_for_command[met] = params end private def init_commands @jdk_bin = File.join @jdk_home , "bin" RAW_COMMANDS.each do |cmd| @commands[cmd.to_sym] = File.join @jdk_bin, cmd end end def update_or_concat_with_defaults(opts,defaults) defaults.each do |key,value| param = opts[key] if !param param = value else if param.is_a? Array param << value param.flatten! end end opts[key] = param end end def execute_command(cmd, *args) actual_command = @commands[cmd.to_sym] if args opts = {} opts.update args.pop if args.last.is_a? Hash update_or_concat_with_defaults opts, @global_default update_or_concat_with_defaults opts, @default_for_command[cmd.to_sym] if @default_for_command[cmd.to_sym] opts.each do |key, value| param = value param = param.join File::PATH_SEPARATOR if param.is_a? Array actual_command << " -" << key.to_s << " " << param end actual_command = "#{actual_command} #{args.join ' '} " end puts actual_command res = %x{#{actual_command}} puts res [$?,res] end end |
A minha idéia dos parâmetros default globais tem um pequeno problema, alguns comandos não recebem os mesmos parâmetros, mas é possível setar parâmetros padrão por comando, o que ficou legal, e deixou a compilação mais limpa …
A classe pode ser utilizada com qualquer JDK, inclusive instâncias diferentes podem utilizar JDKs diferentes para o mesmo build, basta passar o “JAVA_HOME” no construtor, por padrão a variável de ambiente é utilizada …
Mas beleza, como é que eu utilizo esta tranqueira em um Rakefile agora? bom, o meu Rakefile para o projeto de exemplo ficou assim:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 | require 'lib/java_util' @java_util = JavaUtil.new task :default => :test SRC_FILES = FileList.new 'src/**/*.java' TST_FILES = FileList.new 'test/**/*.java' CLASSPATH = FileList.new "#{File.join(ENV['TOMCAT_DIR'], 'lib').gsub /\\/,'/'}/*.jar" @java_util.default_parameter_for :java, :classpath, CLASSPATH.to_a @java_util.default_parameter_for :javac, :classpath, CLASSPATH.to_a directory 'output/classes' directory 'output/tests' desc "Compile all the java files" task :compile => ['output/classes','output/tests'] do @java_util.javac SRC_FILES, :d => 'output/classes' @java_util.javac TST_FILES, :d => 'output/tests', :classpath => ['output/classes',"#{ENV['JUNIT_DIR']}\\junit-4.4.jar"] end desc "Creates the package after compilation" task :package => :compile do @java_util.jar '-cf output/target.jar -C output/classes .' cp 'output/target.jar', 'WebContent/WEB-INF/lib' @java_util.jar '-cf output/target.war -C WebContent .' end desc "Runs the tests after packaging" task :test => :package do test_classes = FileList.new 'output/tests/**/*.class' test_classes.gsub! /output\/tests\/(.*)\.class/,'\1' test_classes.gsub! /\//, '.' @java_util.java "org.junit.runner.JUnitCore #{test_classes.join ' '}", :classpath => ['output/tests','output/target.jar',"#{ENV['JUNIT_DIR']}\\junit-4.4.jar"] end desc "Clean up all the mess we created" task :clean do rm_f 'output' rm_t 'WebContent/WEB-INF/lib/target.jar' end |
O código dos testes não precisava ser tão complexo, eu poderia ter criado um wrapper para ele, a mesma coisa para a criação do jar, poderia até mesmo ter utilizado o “rubyzip” para deixar mais bonitinho, mas a idéia por enquanto é ser bem simples.
Estou utilizando este build em um projeto, se engrenar provavelmente a biblioteca vá crescendo, mas acho que por agora já serve para começar a brincar e ver o que vocês acham da idéia.
A classe “JavaUtil” precisa ser mais testável, mas isto tornou ela complexa demais para o exemplo deste post, se eu convencer o resto da equipe a continuar usando esta solução vou melhorando ela aos poucos
Acho que vou separar a montagem do comando e a execução do mesmo, ou transformar cada comando em uma classe para facilitar a expansão da biblioteca e tornar mais testável, ou até mesmo as duas coisas.
No momento a classe não é nada testável, mas já esta divertida e o meu bluid diminuiu muitas linhas depois que eu converti ele de ANT para Rake utilizando esta lib
PS.: quem quiser pegar o projeto de testes para brincar, só para olhar ou até mesmo para implementar algumas melhorias, ele esta publicado no github. Se implementarem alguma melhoria, não esqueçam de enviar um pull request para que eu possa fazer o merge das alterações

Bom, eu curti a idéia e fiquei pensando em como implementar isto, pelo menos em projetos Java, disto sairam estes “code snippets” abaixo …
Bom, normalmente trabalho com o ANT para fazer o build de projetos Java, e tenho utilizado o Subversion (sim, eu conheço o GIT e gosto dele, mas no momento não vai rolar no trampo, mas uso para projetos pessoais
)
Então, fui a página do subversion e baixei o SVNANT, desenvolvido pelo pessoal do subclipse, e integrei ele no meu build assim:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | <path id="svn_tasks"> <fileset dir="${directory_you_unzipped_the_svnant_package}" includes="svn*.jar"> </fileset> </path> <taskdef classpathref="svn_tasks" resource="org/tigris/subversion/svnant/svnantlib.xml" /> <target name="_setup_svn_info"> <svn failonerror="false" javahl="true" svnkit="false"> <info target="${basedir}" verbose="true"/> </svn> </target> |
Depois disto, em qualquer parte do build em que você for criar um .jar, .war ou qualquer tipo de pacote java, basta fazer algo parecido com isto:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 | <target name="build_jar" depends="_setup_svn_info,compile"> <jar destfile="${dist.dir}/${jar.name}"> <fileset dir="${basedir}/bin" includes="*.*" /> <manifest> <attribute name="SVN-URL" value="${svn.info.url}" /> <attribute name="SVN-REV" value="${svn.info.rev}" /> </manifest> </jar> </target> |
Claro que o importante é o depends e o manifest, o resto vai depender do seu build, isto não é nem um exemplo real, escrevi direto aqui no blog para dar a idéia, então se tiver algum problema com o código me avisem nos comentários
Mas isto não é útil se você não conseguir ler o MANIFEST.MF do .jar onde a sua classe se encontra, então estou colocando aqui também um exemplo de código para isto, mas lembre-se de alterar o nome da classe para cada pacote, caso contrário você nunca saberá de qual pacote a classe esta sendo carregada
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 | package blog.urubatan; import java.io.File; import java.io.FileInputStream; import java.io.FileNotFoundException; import java.io.IOException; import java.net.URISyntaxException; import java.net.URL; import java.util.jar.Manifest; public class ExemploDoUrubatan { private Manifest manifest; private void initManifest() throws URISyntaxException, FileNotFoundException, IOException { Class<?> clazz = getClass(); URL classContainer = clazz.getProtectionDomain().getCodeSource() .getLocation(); File manifestContainer = new File(classContainer.toURI()); File metaInf = new File(manifestContainer, "META-INF"); File manifestFile = new File(metaInf, "MANIFEST.MF"); manifest = new Manifest(new FileInputStream(manifestFile)); } public ExemploDoUrubatan() throws URISyntaxException, FileNotFoundException, IOException { initManifest(); } public String getSvnUrl() { return manifest.getMainAttributes().getValue("SVN-URL"); } public String getSvnRevision() { return manifest.getMainAttributes().getValue("SVN-REV"); } public static void main(String[] args) throws FileNotFoundException, URISyntaxException, IOException { ExemploDoUrubatan ex = new ExemploDoUrubatan(); System.out.println(ex.getSvnUrl()); System.out.println(ex.getSvnRevision()); } } |
Se for a versão de um arquivo .war o código pode ser colocado em um servlet com uma URL conhecida, ou em um listener que vai guardar esta informação no servlet context para ser impresso depois por uma URL conhecida …
Se o servlet for a opção selecionada, o código ficaria parecido com isto:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 | package blog.urubatan; import java.io.File; import java.io.FileInputStream; import java.io.IOException; import java.io.PrintWriter; import java.util.jar.Attributes; import java.util.jar.Manifest; import javax.servlet.ServletException; import javax.servlet.http.HttpServlet; import javax.servlet.http.HttpServletRequest; import javax.servlet.http.HttpServletResponse; public class ServletExample extends HttpServlet { private static final long serialVersionUID = 1L; @Override protected void doGet(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp) throws ServletException, IOException { super.doPost(req, resp); } @Override protected void doPost(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp) throws ServletException, IOException { String warRoot = getServletContext().getRealPath("."); File manifestContainer = new File(warRoot); File metaInf = new File(manifestContainer, "META-INF"); File manifestFile = new File(metaInf, "MANIFEST.MF"); Manifest manifest = new Manifest(new FileInputStream(manifestFile)); PrintWriter writer = resp.getWriter(); Attributes mainAttributes = manifest.getMainAttributes(); String svnUrl = mainAttributes.getValue("SVN-URL"); String svnRev = mainAttributes.getValue("SVN-REV"); writer.format("URL: %s\nRev:%s\n", svnUrl, svnRev); } } |
Com isto, pelo menos para projetos java, já cobrimos duas das situações mais comuns, que são saber a versão de uma API e saber a versão de uma aplicação WEB.
Com isto já é possível verificar o deploy de aplicações durante o build se o script for um pouco mais inteligente, o pessoal de testes tem condições de dizer exatamente qual foi a build que gerou o problema, é possível construir um “dashboard” com a versão de tudo que é utilizado no sistema, facilitando bastante a identificação de onde o problema ocorre, e principalmente, no caso de clusters, permitindo que seja verificada a versão em cada um dos nós de uma forma fácil …
Agora no caso do Rails, eu ainda não consegui decidir qual a melhor abordagem para isto …
criar um arquivo com estes meta dados dentro do diretório config, atualizar este arquivo por uma task rake toda vez que for executar um deploy via capistrano e criar um controller para informar a versão?
As gems já tem um mecanismo de versionamento, seria só atualizar a versão da gem a cada build, coisa que pode ser feita até com keywork expansion, ou utilizando o mesmo esquema do rake mencionado antes.
Bom, vou pensar mais nisto, derepente rola até criar um plugin para aplicações rails pra facilitar a vida ![]()
O que vocês acham?
Tags: Java, lprodjava, produtividade, ruby on rails, sis
Eu sei que já falei sobre comentários antes, mas acho que a abordagem não agradou muito, a maior parte das pessoas leu só o título do post e não prestou atenção no texto, então vamos tentar uma abordagem diferente.
Este post é o primeiro de uma série de 2, o próximo post vai dizer que é necessário comentar o código, mas com comentários decentes, então, sem gritaria por aqui por enquanto, ok?
Mas vamos ao que interessa …
Na minha opinião, qualquer programador Java, ou até mesmo, qualquer programador, que colocar os olhos no código abaixo, vai entender quase que instantaneamente o que ele faz, se alguem não concordar com isto, avise por favor …
1 2 3 4 5 6 | new EmailMessage() .from("exemplo@urubatan.com.br") .to("gerente@empresa.com") .withSubject("Aprovação de processo") .withBody("Descrição bastante detalhada do que precisa ser aprovado") .send(); |
(sim, copiei o exemplo do blog do GC
)
Então, eu acredito que se alguem quiser colocar um comentário neste código dizendo algo do tipo:
Vai estar simplesmente sendo repetitivo, e poluindo o código com comentários inúteis, isto seria dizer o que o código faz, e se você comenta o que o seu código faz você é sim um perdedor que gosta de jogar trabalho no lixo!
Ahh, mas e se meu código não é assim tão claro? E se meu código é parecido com isto:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 | // create some properties and get the default Session Properties props = new Properties(); props.put("mail.smtp.host", _smtpHost); Session session = Session.getDefaultInstance(props, null); // create a message Address replyToList[] = { new InternetAddress(replyTo) }; Message newMessage = new MimeMessage(session); if (_fromName != null) newMessage.setFrom(new InternetAddress(from, _fromName + " on behalf of " + replyTo)); else newMessage.setFrom(new InternetAddress(from)); newMessage.setReplyTo(replyToList); newMessage.setRecipients(Message.RecipientType.BCC, _toList); newMessage.setSubject(subject); newMessage.setSentDate(sentDate); // send newMessage Transport transport = session.getTransport(SMTP_MAIL); transport.connect(_smtpHost, _user, _password); transport.sendMessage(newMessage, _toList); |
Bom, se o seu código é assim, então você precisa estudar um pouco de refactoring ![]()
Ahh, mas estou alterando uma parte da aplicação com muito código legado …
Bom, você deveria utilizar pelo menos alguns “extract method” para facilitar um pouco a leitura, e não comentar o que o código faz.
Imaginem a seguinte cena:
Você esta caminhando na rua e entra em uma loja, no momento em que você entra na loja, vê uma placa escrito: Roupas masculinas
Dois passos adiante, um vendedor chega e diz: Senhor, aqui o senhor vai encontrar roupas masculinas
Mais alguns passos e outro vendedor: Vendemos roupas masculinas aqui senhor.
E mais outra placa dizendo: Aqui roupas masculinas
Se você ainda estiver na loja e não bater no próximo que lhe visar que ali são vendidas roupas masculinas, no mínimo acabou de ocorrer um desperdício absurdo de esforço para informar exatamente a mesma coisa.
E este caso do email não é um dos mais comuns, o motivo deste post é que em muitos lugares eu vejo código parecido com:
1 2 3 4 5 6 | /** * Set's the active property */ public void setActive(boolean active) { this.active = active; } |
(Isto não é uma critica a ninguém especifico e a todos os que já escreveram código assim, não foi uma nem duas vezes que vi isto por ai …)
um método de nome “setActive” com o comentário “Set’s the active property” é no mínimo redundância, e desperdício de tempo.
Então, eu não estou dizendo, nunca comentem o seu código, mas estou dizendo, se você precisa dizer o que o seu código faz, o seu código tem problemas, mas comentários são úteis, principalmente em interfaces públicas se você estiver informando por que ou como o código faz o que faz …
Mas tenha como regra, é proibido um comentário dizendo o que o código faz, pois ele é um sinal de que o código esta muito ruim!!
Ahh, e só para terminar, a biblioteca que permite aquele código de envio de emails bonitinho é a “Fluent Mail API” e o nome desta “técnica” é “Fluent Interfaces”, uma “técnica” bastante utilizada por quem trabalha com “Domain Driven Design”, e DDD faz Orientação a Objetos realmente mais divertida e mais útil, vou falar mais sobre isto em breve
.
Tags: comentarios, ddd, fluent interface, Java, lprodjava, produtividade

É, novamente chegou aquela época do ano, em que o pessoal da Eclipse Foundation libera mais um “Release Train”, ou seja, uma nova versão de diversos projetos simultaneamente e compatível entre sí.
Isto é melhor ainda para quem lembra dos tempos pré Calisto, que foi o primeiro “Release Train”, naqueles tempos longínquos era necessário baixar cada um dos plugins na mão, e torcer para ter pego uma versão compatível, o que na maioria das vezes não era verdade …
Utilizar o eclipse, principalmente com o WTP era uma tarefa apenas para os mais fortes e mais preparados, e Darwin era quem ditava as regras da comunidade.
Existiam projetos paralelos de ambientes para desenvolver WEB com o eclipse que tentavam facilitar a vida dos menos preparados, mas estes não tinham vez quando se falava em qualquer outro projeto da Eclipse Foundation fora o JDT.
Mas estes tempos acabaram, os Release Trains possibilitam o acesso ao poder do eclipse para todos os interessados, e não apenas aos iniciados.
E este post cheio de firulas e histórias sem nexo foi escrito para falar um pouco mais do Release Train de 2009, o Galileo; que diferente de seus antecessores Callisto, Europa e Ganymede não é o nome de uma das luas de Jupiter, mas o nome do grupo de luas de Júpiter que inclui as 3 anteriormente citadas e também Io, e é também o nome do cientista que em 1609 oficialmente descobriu as 4 maiores luas deste planeta.
Mas alem de ser uma das luas de Júpiter, é também o nome do Release Train do Eclipse em 2009 que inclui os seguintes projetos:
| Project Name | Version | Project Summary | Download |
|---|---|---|---|
| Acceleo | Acceleo 0.8.0 | ![]() |
Download |
| Accessibility Tools Framework | 0.7.0 | ![]() |
Download |
| ATL – Atlas Transformation Language | 3.0.0 | ![]() |
Download |
| Buckminster Component Assembly | ![]() |
Download | |
| Business Intelligence and Reporting Tools (BIRT) | ![]() |
Download | |
| C/C++ Development Tooling (CDT) | 6.0 | ![]() |
Download |
| CDO Model Repository | 2.0.0 | ![]() |
Download |
| Dali Java Persistence Tools | 2.2 | ![]() |
Download |
| Data Tools Platform | 1.7 (Galileo) | ![]() |
Download |
| Dynamic Languages Toolkit | 1.0 | ![]() |
Download |
| Eclipse Communication Framework | ECF 3.0 | ![]() |
Download |
| Eclipse Modeling Framework (EMF) | 2.5.0 | ![]() |
Download |
| Eclipse Packaging Project | 1.1.0 | ![]() |
Download |
| Eclipse Platform | 3.5 | ![]() |
Download |
| Eclipse Project | 3.5.0 | ![]() |
Download |
| Eclipse Web Tools Platform Project | WTP 3.1.0 (Galileo) | ![]() |
Download |
| EclipseLink Project | 1.1.2 | ![]() |
Download |
| EMF Compare | ![]() |
Download | |
| EMF Teneo Model Relational Mapping | 1.1.0 | ![]() |
|
| Equinox | 3.5 | ![]() |
Download |
| GEF – Graphical Editor Framework | 3.5.0 | ![]() |
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| Graphical Modeling Framework | 2.2.0 | ![]() |
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| Java Workflow Tooling | JWT 0.6 | ![]() |
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| JDT – Java development tools | ![]() |
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| M2T JET (Java Emitter Templates) – aka JET2 | M2T JET 1.0.0 (Galileo) | ![]() |
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| MDT OCL (Object Constraint Language) | 1.3 (Galileo) | ![]() |
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| MDT UML2 Tools | 0.9.0 (Galileo) | ![]() |
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| MDT XSD (XML Schema Definition) | 2.5.0 | ![]() |
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| MDT-UML2 | 3.0.0 | ![]() |
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| Memory Analyzer | 0.8.0 | ![]() |
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| Mobile Tools for Java | ![]() |
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| Model Development Tools (MDT) | Galileo | ![]() |
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| Model To Text (M2T) | Galileo (xpand 0.7, acceleo 0.8, jet 1.0) | ![]() |
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| Model-to-Model Transformation (M2M) | Galileo Simultaneous Release | ![]() |
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| Monitoring Tools | 4.6.0 | ![]() |
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| Mylyn | 3.2 | ![]() |
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| Net4j Signalling Platform | 2.0.0 | ![]() |
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| PHP Development Tools | 2.1.0 | ![]() |
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| Rich Ajax Platform | 1.2 | ![]() |
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| Riena Platform Project | 1.1.0. | ![]() |
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| SCA Tools | 2.0.0 | ![]() |
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| SOA Tools | 2.0 | ![]() |
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| Source Editing | 3.1.0 (Galileo) | ![]() |
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| Subversive – SVN Team Provider | ![]() |
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| Swordfish | 0.9.0 | ![]() |
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| Target Management | 3.1 | ![]() |
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| Test and Performance Tools Platform Project | 4.5.3 | ![]() |
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| Testing Tools | TPTP v4.6 | ![]() |
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| Textual Modeling Framework | org.eclipse.xtext | ![]() |
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| Tools for mobile Linux | 0.3 | ![]() |
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| TPTP Platform | TPTP v4.6 | ![]() |
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| Tracing & Profiling Tools | TPTP v4.6.0 | ![]() |
Download |
Bom, se você não dormiu até chegar aqui, vamos ao que interessa, o que tem de bom, e de diferente nesta versão do eclipse, fora um monte de números de versões novas.
os meus comentários são referentes ao Download “for J2EE Developers”, ou seja, com o WTP já instalado.
A primeira coisa que notei foi que esta versão do eclipse, não passou de 200M de memória em nenhum momento, tenho utilizado ele o dia inteiro, e a ocupação de memória fica em média entre 130M e 160M, bem melhor que o Ganymede que estava sempre entre 300M e 600M. Isto por sí só já é uma grande vantagem, o Eclipse esta bem menos pesado, e todas as operações estão com um tempo de resposta perceptível bem menor. Não sei se o tempo real esta menos, mas isto não me importa muito mesmo ![]()
Uma coisa que não gostei, é que aquela perspectiva podre “Java EE” é a perspectiva padrão, eu sempre prefiro utilizar a perspectiva Java como padrão.
O Suporte ao ANT continua fraco, se em um projeto existirem muitos arquivos build.xml, em algum momento o editor vai entrar em coma e só vai voltar a funcionar depois de reiniciar a IDE, mas o auto complete esta mais inteligente e mais rápido …
Uma coisa que achei muito legal é que o eclipse agora reconhece os XMLs gerados por um output do JUnit Report do ANT e abre ele na mesma view dos resultados do JUnit executados pela IDE, o que facilita muito a visualização ![]()
A versão nova do gerenciador de plugins também esta bem legal, ficou mais intuitivo para os novos usuários …
Mas o eclipse ainda não vem com suporte nativo ao subversion, o plugin esta no repositório do Galileo, mas não vem instalado, quando você instala o eclipse, só tem suporte a CVS o que é sofrível. E mesmo assim, só existe suporte “oficial” para estes dois SCMs, se quiser usar GIT vai ter que correr atrás.
Mas nem tudo são problemas, a nova view de “Problems” com as coisas agrupadas ficou bem legal.
Um recurso novo espetacular do editor, é a possibilidade de selecionar blocos, sempre senti falta disto no Eclipse ![]()
O Code completion do editor Java esta mais rápido, ou pelo menos parece mais rápido, e pode ser por que criei um workspace novo, mas parou de ocorrer um erro muito chato do Mylyn antes de apresentar os proposals para o code completion que me enchia o saco na versão anterior, mas acontecia só uma ou duas vezes por dia …
Outra coisa legal é que agora quando se segura o “Control” com o mouse sobre um método ou classe, antes sempre era aberta a implementação, agora o Eclipse pergunta se você quer ver a implementação ou a definição do método.
Achei muito extranho o icone novo do eclipse, principalmente por que o icone da aplicação não mudou, mas o icone no task bar do windows mudou, parecem duas aplicações diferentes ![]()
(E sim, antes que alguem comente, aqui no trampo sou obrigado a usar windows)
O suporte a Java ME ainda é bem mais fraco que o do NetBeans, mas o eclipse tem suporte a desenvolvimento em C++ para dispositivos móveis (não cheguei a testar) o NetBeans não tem …
O suporte a linguagens dinâmicas também melhorou, pelo menos o suporte a Ruby melhorou, mas ainda não existe suporte direto ao Rails …
O editor de C++ esta mais rápido, mas ainda com um code completion bem fraco e um suporte quase inexistente a refactorings, mas o “quase” já faz isto ser muito melhor do que no Visual Studio.
Ocorreram também diversas mudanças estruturais no Eclipse, mas como eu sou apenas mais um usuário da ferramenta, vou deixar este tipo de comentário para quem realmente entende.
Bom, se você teve paciência de ler até aqui é por que esta interessado no Eclipse (ou não tinha nada melhor para fazer
), então esta na hora de acessar o site do Eclipse e baixar o galileo.
Nesta página existem diversas opções, uma delas vai te deixar feliz, mas se você é um usuário “Hard Core” das antigas, e realmente gosta de passar trabalho, baixe o Eclipse Classic no final da página e monte o seu ambiente com os plugins que estiver com vontade ![]()
Se você não conseguir se decidir qual é a versão certa para você, basta acessar esta página, que diz o que esta incluído em cada um dos pacotes disponíveis para download.
Para facilitar a sua vida, copiei a tabela com os downloads e coloquei aqui ![]()
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Tools for Java developers creating Java EE and Web applications, including a Java IDE, tools for Java EE, JPA, JSF, Mylyn and others. More…
Downloads: 202,591
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Windows Mac OS X (Carbon) |
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The essential tools for any Java developer, including a Java IDE, a CVS client, XML Editor and Mylyn. More… Downloads: 74,402 |
Windows Mac OS X (Carbon) |
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Tools for PHP developers creating Web applications, including PHP Development Tools (PDT), Web Tools Platform, Mylyn and others. More… Downloads: 47,243 |
Windows Mac OS X (Carbon) |
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An IDE for C/C++ developers with Mylyn integration. More…
Downloads: 36,326
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Windows Mac OS X (Carbon) |
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A complete set of tools for developers who want to create Eclipse plug-ins or Rich Client Applications. It includes a complete SDK, developer tools and source code, plus Mylyn, an XML editor and the Eclipse Communication Framework. More… Downloads: 12,642 |
Windows Mac OS X (Carbon) |
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This modeling package contains a collection of Eclipse Modeling Project components, including EMF, GMF, MDT XSD/OCL/UML2, M2M, M2T, and EMFT elements. It includes a complete SDK, developer tools and source code. Note that the Modeling package includes some incubating components, as indicated by feature numbers less than 1.0.0 on the feature list. More…
Downloads: 10,763
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Windows Mac OS X (Carbon) |
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JEE tools and BIRT reporting tool for Java developers to create JEE and Web applications that also have reporting needs. More… Downloads: 9,907 |
Windows Mac OS X (Carbon) |
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Pulsar is a tools platform for Mobile Java Developers. It includes the Eclipse Platform, Java Development Tools (JDT), Mobile Tools for Java (MTJ), Mylyn and Plugin Development Environment (PDE). Pulsar also makes it easy to download SDK from different handset manufacturers. More… Downloads: 5,361 |
Windows Mac OS X (Carbon) |
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The classic Eclipse download: the Eclipse Platform, Java Development Tools, and Plug-in Development Environment, including source and both user and programmer documentation. Please look also at the Eclipse Project download page. More… |
Windows Mac OS X (Carbon) Mac OS X (Cocoa) |
Bom, vou ficando por aqui, este post foi escrito para participar do Blogathon, e tentar ganhar uma jaqueta do Eclipse ![]()
Acho difícil um post em português ganhar, mas pelo menos uma camiseta acho que rola
Ok, o título deste post ficou meio estranho, mas como muita gente diz que isto é magia negra mesmo, então até que o título não esta tão ruim ![]()
Uma coisa que eu vejo bastante por ai, e não é de hoje, é que grande parte dos programadores Java não faz idéia do que seja Reflection, e normalmente tem medo de escrever, ou até mesmo de ler código “complicado”.
Não vou dizer que reflection é simples, mas é um recurso extremamente poderoso do Java que todo programador Java deveria conhecer.
Reflection em java, é como o nome diz, a possibilidade de programaticamente, visualizar um reflexo de um objeto ou uma classe, e como em um espelho, é possível também distorcer um pouco esta imagem quando necessário.
Como no reflexo em um espelho, o que você visualiza, não é o objeto real, apenas um reflexo deste, mas como na física, você pode deduzir como interagir com o objeto real, utilizando o seu reflexo.
Quando eu escrevi isto, lembrei de uma cena de um filme muito velho, acho que era “fúria de titâs” ou algo assim, onde alguem utilizava o reflexo da medusa em um escudo para lutar com ela sem se transformar em pedra.
Mas voltando ao assunto, reflection, é a possibilidade, de em tempo de execução, diversas informações sobre um objeto qualquer, incluindo mas não se limitando a seguinte lista:
Via reflexão também é possível por exemplo, executar as seguintes ações em um objeto de uma classe que não existia no momento em que o código foi desenvolvido (um plugin por exemplo):
Claro que estes são só exemplos, a API de reflection adiciona muito mais flexibilidade do que isto, principalmente quando combinada com algum framework de AOP ou com a API de criação de Proxies disponível no próprio Java.
Mas para fazer tudo isto, é necessário conhecer algumas classes que a maior parte dos programadores Java não se preocupam em conhecer.
Só um detalhe antes de apresentar as novas classes, apenas combinando a API de reflection com a API de Proxies e o suporte a annotations do Java 5 é possível implementar todos os recursos do EJB3 por exemplo.
Agora vamos aprender a usar espelhos para fazer mágica
Agora um exemplo básico, por que acredito que vocês não conseguiram entender muita coisa até aqui, mas eu prometo que depois de um exemplo as coisas vão ficar um pouco mais claras.
Este exemplo, razoavelmente simples, vai listar todos os métodos e atributos públicos em uma classe.
Para o exemplo se tornar um pouco mais divertido, o nome da classe deve ser passado como parâmetro, isto também faz você poder listar uma classe que não existia quando o programa foi compilado.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 | package test; import java.lang.reflect.*; public class List { public static void main(String[] args) throws Exception{ if(args.length!=1) throw new Exception("Voce precisa informar o nome da classe como unico parametro"); Class<?> clazz = Class.forName(args[0]); printClassInformation(clazz); printClassAttributes(clazz); printClassMethods(clazz); } public static void printClassInformation(Class<?> clazz) throws Exception { System.out.println("Class Name: " + clazz.getName()); } public static void printClassAttributes(Class<?> clazz) throws Exception { for(Field f : clazz.getDeclaredFields()){ System.out.format("\t--Private Attribute Name: %s, Attribute Type: %s\n",f.getName(),f.getType().getName()); } } public static void printClassMethods(Class<?> clazz) throws Exception { for(Method m : clazz.getMethods()){ System.out.format("\tMethod Name: %s, Return Type: %s, Parameter Types: %s\n",m.getName(),m.getReturnType().getName(),m.getParameterTypes().toString()); } } } |
Compile este exemplo, e execute passando por exemplo “java.lang.Class” como parâmetro e você vai ter um exemplo básico do funcionamento da API de Reflection.
Você pode também criar outra classe, empacotar ela em um arquivo .jar, adicionar este jar no classpath e executar este exemplo passando o nome da sua nova classe como parâmetro.
Claro que este é um exemplo extremamente básico, com um código que se não fosse pelo parâmetro > passado para algumas classes, poderia ser executado até no Java 1.2, ou seja, a API de reflexão não é nova, é apenas sub utilizada pelo programador de nível médio.
Ahh, mas saber isto vai fazer com que eu seja um expert em java?
Claro que não! Mas não saber isto, com certeza te impede de ser um
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 | package test; import java.lang.reflect.*; public class Call { public static void main(String[] args) throws Exception { Class<?> clazz = Class.forName(args[0]); Method m = clazz.getMethod(args[1]); Object instance = clazz.newInstance(); Object result = m.invoke(instance); System.out.println(result); } } |
Este é outro exemplo bastante simples, apenas para demonstrar algumas possibilidades, este exemplo bastante simples, chama um método sem parâmetros em uma classe qualquer que tenha um construtor padrão.
Para chamar métodos estáticos, seria necessária uma pequena alteração, o parâmetro passado para o método “invoke” da classe Method, é a instancia do objeto onde o método deve ser chamado, para métodos estáticos, esta instância é substituida pela classe que possui o método estático.
E o construtor padrão é necessário, por que precisamos de uma instância da classe para invocar o método, se a classe não possuir um construtor padrão, precisaremos passar parâmetros para o construtor, o que iria complicar bastante o exemplo, e a idéia aqui é só mostrar algumas possibilidades, e não complicar mais ainda a vida de vocês.
Mas como funciona o exemplo?
Tente compilar o exemplo, e executar ele passando os parâmetros:
java.lang.Object hashCode
ou
java.lang.Object toString
ou
QualquerNomeDeClasse nomeDeUmMétodoSemParâmetrosDestaClasse
e pronto, método executado.
Ai você vai pensar agora: Mas é muito mais fácil eu escrever direto “System.out.println(new Object().hashCode())” no meu código.
Claro que é, mas para isto você precisaria saber que o método que seria executado era o hashCode de uma nova instância de Object.
A idéia da API de reflection é obter informações em tempo de execução, é possibilitar um pouco de méta programação no Java.
Imagine só, criar um proxy para uma interface que garante que todos os métodos executados, caso tenham a anotação @Transactional, serão executados dentro do contexto de uma transação.
Isto é meta programação, isto é manter a mente um pouco mais aberta do que o programador médio.
Outra possível pergunta: Tu não vai ser expulso do clubinho por que esta revelando os segredos, como aconteceu com o Mister M?
Resposta: Claro que não, isto não é segredo nenhum, tu só não tinha aprendido antes por que não parou para estudar. Se você fosse um pouco mais preguiçoso, como eu, você já teria parado para estudar uma forma de trabalhar menos com as ferramentas que você tem na mão, e se você é um programador, meta programação, é uma forma de fazer mais trabalhando menos.
Mais uma pergunta: Por que ninguem me contou isto antes? explicando assim até parece fácil!
Resposta: Provavelmente achavam que tu é burro demais para entender, agora tu pode provar que isto não é verdade. E não se engane, não é tão simples assim, código usando reflexão pode ficar bastante complicado, eu só mostrei uns exemplos bem básicos.
A API de Proxies eu vou deixar como assunto para um próximo post, minha imagina imaginação esta meio fraca hoje, estou de saco cheio de assistir esta aula maluca que eu não to nem prestando atenção, acho que vou pra casa já
Se vocês tiverem idéias de mais exemplos que vocês querem ver como pode ser feito com reflexão, ou se tiverem perguntas sobre reflexão em java, por favor sintam-se a vontade de registrar as perguntas, dúvidas e sugestões aqui nos comentários do blog, vou tentar responder todas as perguntas ![]()
E como sempre, se você gostou deste post, indique para seus amigos, e coloque um link no seu blog
Acho que daqui a uns dias eu escrevo mais sobre reflection, mas vou tentar utilizar uns exemplos mais complexos, se tiverem sugestões para o próximo post, é só deixar nos comentários.
Tags: Java, lprodjava, produtividade, reflection
E seguindo com a temporada de eventos 2009 recem aberta, como falei do Agileweekend e do FISL 10. Agora é a vez do Just Java 2009, um dos maiores e mais tradicionais eventos sobre Java do brasil abrir a chamada de trabalhos e as inscrições para participantes.
O Just Java foi o primeiro evento sobre java que assisti ainda em 2002, e foi o segundo em que palestrei, acho que em 2003 se não me engano.
O evento sempre foi muito bom, e la eu conheci muitos dos que eu considero como meus amigos hoje, e continuo conversando via internet. Foi la que encontrei pela primeira vez pessoalmente o pessoal do GUJ (um dos melhores, se não o melhor, forum sobre java em protugues).
Resumindo a história, o Just Java, além de ser um dos maiores eventos sobre java, é também um dos melhores, se não o melhor evento sobre Java do Brasil.
Recomendo a participação a todos os que tiverem a oportunidade.
Este ano não vou palestrar la por que meu filho esta quase nascendo e não quero viajar muito (Já vou participar do Web Days, daqui a uns dias escrevo um post sobre isto, assim que o evento tiver um local definido).
Uma outra coisa espetacular do Just Java é que o pessoal do Sou Java sempre tenta deixar espaço para quem esta começando a palestrar, quem quer começar a mostrar seu trabalho, eles sempre deixam alguns espaços para quem nunca palestrou no evento, e as vezes quem nunca palestrou em lugar algum, então, se você conhece bastante sobre algum assunto, ou se esta estudando muito sobre um determinado assunto, envie uma proposta de palestra, é sempre melhor alguem que recem aprendeu fazer uma palestra para iniciantes, por que quem ja usa uma tecnologia a muito tempo normalmente não tem paciência para falar das cosias mais básicas, e as vezes nem lembra mais pois muita coisa se tornou automática.
Então se você acha que tem do que falar, tente falar, no máximo a proposta não vai ser aceita, não é nada pessoal, é que eles realmente recebem muitas propostas, e se a sua proposta for aceita, no máximo você vai ficar conhecido por uma boa parte da comunidade Java do Brasil.
Só para finalizar: participe do Just Java 2009, seja assistindo as palestras ou fazendo uma palestra.
O evento vai ocorrer de 15 a 17 de setembro no SENAC Santo Amaro em SP.
PS.: Este post esta sem o logo do evento por que no site o logo esta dentro de um Flash. Se alguem do Sou Java vir este post me passe por favor o logo para eu poder atualizar o post
A algum tempo atrás eu disse que nunca mais iria fazer uma prova de certificação Beta, mas como eu disse neste post, no final do ano passado eu fiz a versão Beta da nova certificação da SUN “Sun Certified Developer for Java Web Services 5″.
Uma das coisas chatas de uma prova beta é que leva mais de 6 semanas para darem o resultado da prova, e hoje fui acessar o site da prometric para ver o resultado (como tenho feito uma vez por semana a algum tempo) e eu passei na prova
Isto quer dizer que eu tenho mais algumas letras sem muita utilidade para enfeitar o meu currículo (SCDJWS)
Eu sei que certificações não provam nada, ainda mais com provas difíceis como esta, em que eu esqueci da prova e não estudei nada (o que prova que com o conhecimento adquirido no trabalho é possível passar em uma prova de certificação), mas mesmo assim, foi uma prova que levei 3 horas para fazer, então merece pelo menos um post no blog de comemoração
.
Tags: certificação, Java
O nome é complicado mesmo, o nome da biblioteca é “Profiglacy“. O nome da biblioteca veio de um SPAM recebido pelo Zed Shaw e ele utiliza esta biblioteca para escrever um programa de nome iHate, que é um cliente para um protocolo parecido com IRC, mas com algumas coisas mais divertidas.
O JRuby é uma implementação da linguagem Ruby para rodar na JVM. Uma das vantagens de uma implementação de Ruby rodando em uma JVM é a possibilidade de tirar proveito de todas as outras coisas que também rodam na JVM.
Exemplos disto são o acesso a EJBs a partir de aplicações Ruby, utilização de código Legado Java, acesso a diversas bibliotecas que já existem para Java e ainda não existem para Ruby.
Outra grande vantagem é a possibilidade de escrever UIs utilizando SWING que é um dos frameworks para UI mais completos disponíveis hoje em dia, mas que quando utilizado com java, tem uma possibilidade muito grande de criar um código horrível.
E para solucionar este problema existe o Profiglacy, que é uma biblioteca Ruby para facilitar a utilização de SWING quando se esta trabalhando com o JRuby.
E neste pequeno tutorial vou criar uma aplicação simples utilizando esta biblioteca. A proposta é um Gerenciador de Tarefas bem simples, mas antes vamos ver do que estamos fugindo …
Criar UI em Java é muito flexível mas muito trabalhoso, o SWING é poderoso mas muito verboso, e a própria natureza do Ruby ja melhora um pouco isto, veja o código abaixo:
1 2 3 4 5 6 | require 'java' @frame = javax.swing.JFrame.new "Old Way, using only SWING from Ruby" @frame.add(@lbl1 = javax.swing.JLabel.new("Master Title")) @frame.pack @frame.visible = true |
Isto vai criar um jframe com um label, mas ainda assim iriamos precisar de todos aqueles gerenciadores de layout, além de ser necessário também atrelar a ordem de criação dos objetos a posição deles no layout, mas para tudo há uma solução.
O modo padrão de trabalho do Profiglacy melhora isto apenas um pouco, então vamos começar direto com a utilização da Layout Expression Language criada para utilização na biblioteca. É basicamente uma forma fácil de se utilizar um GridLayout …
O layout vai ser definido como uma String, o formato desta string é bastante simples:
E é isto, simples assim …
Segue um exemplo para facilitar o entendimento:
1 2 3 4 5 | [ <lbl_proj | cmb_project ] [ <lbl_activ | cmb_activ ] [ <lbl_date | inpt_date ] [ <lbl_hour | inpt_hour ] [ <lbl_description | (300,200)txt_description ] |
Este código define um Grid Layout de 5 linhas por duas colunas, todos os componentes da esquerda estão também alinhados a esquerda e o último componente da direita tem 300 pixels de largura por 200 de altura.
Agora algum de vocês se anima a escrever o código em java para montar isto? Não precisa nem usar o Grid Layout, garanto que vai ficar bem maior.
Claro que as vezes o LEL (Layout Expression Language) não é suficiente, mas para mim parece que isto torna 80% dos casos bastante simples, e quando for necessário isto sempre pode ser combinado com código padrão …
Deem uma olhada no código abaixo, é criada uma UI simples, combinando paineis.
O primeiro painel definido por “main_layout” organiza os grupos de componentes, o primeiro componente recebe um label e os outros dois recebem paineis, criados com LEL mas poderiam ser criados utilizando JPanel.new sem maiores problemas.
TaskManager.rb
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 | require 'java' require 'rubygems' require 'profligacy/swing' require 'profligacy/lel' module TaskManager class UI include_package 'javax.swing' include_package 'java.awt' include_package 'javax.swing.border' include Profligacy def initialize(title) main_layout = "[main_label][inputs][buttons]" layout = %Q{ [ <lbl_proj | cmb_project ] [ <lbl_activ | cmb_activ ] [ <lbl_date | inpt_date ] [ <lbl_hour | inpt_hour ] [ <lbl_description | (300,200)txt_description ] } @ui = Swing::LEL.new JFrame, main_layout do |c,i| c.main_label = JLabel.new "Information About New Entry" c.inputs = Swing::LEL.new JPanel, layout do |d,i| d.lbl_proj = JLabel.new "Project" d.cmb_project = JTextField.new d.lbl_activ = JLabel.new "Activity" d.cmb_activ = JTextField.new d.lbl_date = JLabel.new "Date" d.inpt_date = JTextField.new d.lbl_hour = JLabel.new "Hour" d.inpt_hour = JTextField.new d.lbl_description = JLabel.new "Description" d.txt_description = JTextArea.new end.build :auto_create_container_gaps => false c.buttons = Swing::LEL.new JPanel, "[button_save|button_cancel ]" do |e,i| e.button_save = JButton.new "Save" i.button_save = { :action => method(:save_clicked) } e.button_cancel = JButton.new "Cancel" end.build :auto_create_container_gaps => false end @ui.build(:args => "Simple LEL Example").default_close_operation = JFrame::EXIT_ON_CLOSE end def save_clicked(evt_type,event) puts "Test OK 2" end def self.start SwingUtilities.invoke_later proc { UI.new('My Test Frame with long title') }.to_runnable end end end |
Para executar o código precisamos apenas de um arquivo Ruby para chamar o método “start” definido na classe UI, claro que poderiamos ter utilizado o mesmo arquivo .rb, mas isto iria diminuir a possibilidadede reutilização daquele código, então criei o arquivo abaixo:
starter.rb
1 2 3 | require 'TaskManager' TaskManager::UI.start |
Pronto, com este super mini tutorial, você ja pode escrever muito menos código para definir as suas interfaces Java de hoje em diante, para isto só precisa programar em Ruby
Cada vez mais me convenço que o melhor cenário é utilizar java como Plataforma em vez de como Linguagem
PS.: Eu sei que faltou explicar toda a parte de eventos, mas se não for possível inferir isto do exemplo apresentado, postem perguntas nos comentários que escrevo mais algo detalhado sobre isto (isto vai servir também pra ver se alguem lê o que eu escrevo aqui
)
Tags: artigo, Java, jruby, passo a passo, profiglacy, Ruby, step by step, swing, UI
Yeap, exatamente isto, a dica ta meio atrasada, mas só me registrei para fazer a prova hoje.
Para quem já tem a certificação SCJP (Sun Certified Java Programmer), pode fazer até o próximo dia 10/12/2008 “di gratis” a prova beta da nova certificação da SUN.
Não acredito que certificação prove alguma coisa, mas sempre ajuda colocar mais uma sigla no currículo, já que as empresas gostam delas por algum motivo
Quem quiser se inscrever, basta ligar para qualquer centro prometric ou acessar a página da prometric diretamente, não é necessário um voucher paraesta prova.
O conteúdo que estão pedindo não é nada demais para quem já trabalha com web services, segue o outline:
Mais informações na página da certificação.
Depois da prova (vou fazer dia 10) eu posto o que achei das questões por aqui.
Tags: certificação, Java, Java EE
Continuando com a seqüência de posts com títulos polêmicos que comecei dizendo que “Comentário no código é para os fracos“, segue um curso básico de refactoring para quem é pobre (por que vou utilizar o eclipse que é uma excelente IDE e alem de tudo é “di grátis”), e preguiçoso, por que o eclipse vai fazer quase todo o trabalho para nós.
O ponto de partida vai ser o “exercício” que deixei no final do post sobre comentários no código.
Par quem não quiser ler todo o outro post, o código inicial vai ser este abaixo:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 | package blog; import java.io.BufferedReader; import java.io.File; import java.io.FileNotFoundException; import java.io.FileReader; import java.io.FileWriter; import java.io.IOException; public class VeryBadlyNamedFile { private static final char[] asdfg = new char[] {'I', ' ', 'c', 'a', 'n', ' ', 'd', 'o', ' ', 'v', 'e', 'r', 'y', ' ', 'u', 'g', 'l', 'y', ' ', 'c', 'o', 'd', 'e'}; private String an; private BufferedReader rfsdw; private FileReader temp; public VeryBadlyNamedFile(String an, BufferedReader rfsdw, FileReader temp) { super(); this.an = an; this.rfsdw = rfsdw; this.temp = temp; } public void doIt() throws IOException { ctfiidne(); startDoing(); try { canIDoAnyThing(); } catch (RuntimeException yicdet) { nowReallyDoIt(); } } private void nowReallyDoIt() { firstDoTheOtherThing(); reallyDoItInternal(); } private void firstDoTheOtherThing() { rfsdw = new BufferedReader(temp); } private void reallyDoItInternal() { while (true) { try { imDoingIt(); } catch (Exception e) { break; } } } private void imDoingIt() throws Exception { String s = rfsdw.readLine(); if (s == null) throw new Exception("hahaha, I bet you did not understood the code"); System.out.println(s); } private void ctfiidne() throws IOException { File a = new File(an); if (!a.exists()) { FileWriter wrfedsd = new FileWriter(a); wrfedsd.write(asdfg); wrfedsd.close(); } } private void canIDoAnyThing() { if (new File(an).exists() && new File(an).canRead() && new File(an).canWrite()) throw new RuntimeException(); } private void startDoing() throws FileNotFoundException { File f = new File(an); temp = new FileReader(f); } } |
Antes de começar o refactoring, vamos definir o que é refactoring de uma forma bem simples:
Refactoring = Alterar partes do código de uma aplicação sem quebrar outras partes da aplicação que dependam daquele código.
Refactoring é uma forma de melhorar o design de um código existente enquanto ele continua funcionando.
Gosto muito de uma frase espetacular do Fowler, um dos papas do desenvolvimento ágil, que coloco abaixo:
“Any fool can write code that a computer can understand. Good programmers write code that humans can understand.”
-Martin Fowler et al, Refactoring: Improving the Design of Existing Code, 1999
Nos vamos utilizar os recursos de refactoring do Eclipse para transformar este lixo acima em alguma coisa legível, mantendo exatamente o mesmo comportamento, ou seja, sem quebrar o código que já funciona.
Para facilitar o trabalho, este tutorial (se é que pode ser chamado de tutorial), vai ser um simples “passo a passo” que eu utilizei para alterar este código no Eclipse, que é a minha segunda IDE preferida (a melhor de todas na minha opinião é o IntelliJ IDEA, mas se eu utilizasse este, não seria um tutorial para quem é pobre
)
Siga os passos abaixo:
1 | fileLineReader.useDelimiter("\n"); |
1 2 3 4 5 6 7 8 9 | Iterable<String> lineIterator = new Iterable<String>(){ @Override public Iterator<String> iterator() { return fileLineReader; } }; for(String line : lineIterator){ System.out.println(line); } |
1 2 3 4 5 6 7 | File file = new File(fileName); boolean fileExists = file.exists(); if (!fileExists) { FileWriter fileWriter = new FileWriter(file); fileWriter.write(conteudoPadraoParaNovoArquivo); fileWriter.close(); } |
Pronto, o Eclipse acabou de nos ajudar a ter um código menos porco na classe do post sobre comentários de código.
Claro que o código ainda não esta nenhum primor, mas a idéia deste post era mostrar que é possível utilizar recursos da IDE para facilitar o refactoring de código porco quando este for encontrado.
E não se iluda, se você estuda para melhorar o seu conhecimento sobre desenvolvimento e ser um profissional cada vez melhor, provavelmente o código que você escreveu a dois meses atrás você ache muito ruim hoje.
Só para finalizar o post, o seu código deve ter ficado parecido com este:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 | package blog; import java.io.File; import java.io.FileNotFoundException; import java.io.FileWriter; import java.io.IOException; import java.util.Iterator; import java.util.Scanner; public class TextFileToScreenPrinter { private static final char[] standardContentForNewFiles = new char[] {'I', ' ', 'c', 'a', 'n', ' ', 'd', 'o', ' ', 'v', 'e', 'r', 'y', ' ', 'u', 'g', 'l', 'y', ' ', 'c', 'o', 'd', 'e'}; private String fileName; private Scanner fileLineReader; public TextFileToScreenPrinter(String fileName) { super(); this.fileName = fileName; } public void doIt() throws IOException { ensureFileAlreadyExists(); abortIfCanNotReadOrWriteFile(); printEachLineFromFileToConsole(); } private void printEachLineFromFileToConsole() throws FileNotFoundException { createLineReader(); forEachLineInTheFilePrintItOnTheScreen(); } private void createLineReader() throws FileNotFoundException { fileLineReader = new Scanner(new File(fileName)); fileLineReader.useDelimiter("\n"); } private void forEachLineInTheFilePrintItOnTheScreen() { Iterable<String> linesInTheFile = initializeLineIteratorFromLineReader(); for(String line : linesInTheFile){ System.out.println(line); } } private Iterable<String> initializeLineIteratorFromLineReader() { Iterable<String> lineIterator = new Iterable<String>(){ @Override public Iterator<String> iterator() { return fileLineReader; } }; return lineIterator; } private void ensureFileAlreadyExists() throws IOException { File file = new File(fileName); boolean fileExists = file.exists(); if (!fileExists) { FileWriter fileWriter = new FileWriter(file); fileWriter.write(standardContentForNewFiles); fileWriter.close(); } } private void abortIfCanNotReadOrWriteFile() { boolean fileExists = new File(fileName).exists(); boolean canReadTheFile = new File(fileName).canRead(); boolean canWriteToTheFile = new File(fileName).canWrite(); if (!fileExists && !canReadTheFile && !canWriteToTheFile) throw new RuntimeException(); } } |
E o atalho de teclado mais mágico de todos é:
COMMAND+SHIFT+L (CTRL+SHIFT+L em PCs) -> Lista os atalhos de teclado.
Acho que isto já esta bom para começar, se você for realmente um preguiçoso inteligente (o tipo que passa um pouco mais de tempo pensando para ter uma solução melhor agora e trabalhar menos no futuro), provavelmente você vai prestar atenção nos menus do eclipse e vai ir decorando as teclas de atalho com o tempo
PS.: Será que alguém vai ficar ofendido com o titulo deste post e vai ficar reclamando que não é pobre ou não é preguiçoso?
Tags: Eclipse, Java, livro2, refactoring

Então nos vemos no FISL, espero que os que aparecerem por la assistam a minha palestra, vai estar bem legal ![]()
Não vai ser só aquele CRUD básico que é apresentado em todos os lugares, estou preparando um esquema bem legal para vocês
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Acabou de ser publicado na grade de horários, a palestra vai ser dia 19 de abril as 16h ![]()
Espero que pelo menos um ou dois de vocês apareçam por la para que eu não fique sozinho na sala ![]()
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