A IBM esta lançando uma série de artigos e tutoriais que eless chamaram de IBM Rational BUZ, os artigos que eu ja li ficaram muito bons, segue uma lista com o link para eles:
Quem trabalha com desenvolvimento de sistemas provavelmente já teve que conviver com os famosos bacalhaus. Leia mais.
COLUNAS E MATÉRIAS
- Regulamentações: uma cadeia de responsabilidades
Por Ana Negrello
- Processo e governança
Por Moacyr C. Mello F.
- Como engarrafar o conhecimento do negócio melhor e mais rapidamente
Por Rodolpho Ugolini
- Padrões abertos e Linux no Desktop
Por Avi Alkalay
CASOS DE SUCESSO
- Datapuc
Veja como o Datapuc otimizou a produtividade e qualidade no desenvolvimento de software com as soluções IBM.
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Tags: Java
Uma das principais reclamações dos usuários de NetBeans, para com o eclipse é digamos assim, a experiência "Out-of-the-box", agora o pessoal da Eclipse Fundation esta dando um grande passo para se não solucionar, amenizar bastante este problema.
A algum tempo a Eclipse Foundation esta trabalhando em uma forma de facilitar a instalação dos componentes, e principalmente resolver o problema de compatibilidade de versões, o que ja me causou muita dor de cabeça, por exemplo, para instalar o WTP (Web Tools Platform) era necessária uma versão exata do Eclipse + JDT e uma versão exata do GEF, EMF, …
Agora com o Callisto Simultaneous Release:

Não é a mesma coisa que vir tudo prontinho no primeiro download, mas eu entendo por que eles fizeram isto, tipo eu não programo em C++, por que eu iria querer baixar o CDT?
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Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.
Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de "paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino". E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena?
O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:… ele entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: "Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.
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Olhem isto:
tem mais parecidas com esta aqui
bom, hoje não tenho nem espaço nem dinheiro, mas ainda vou comprar uma parecida com uma destas
se alguem comprar uma antes de mim, poste as impressões aqui
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